Protestos em Cuba refletem contexto de crise econômica e transição política

Centenas de manifestantes se concentram no monumento a Máximo Gómez, em Havana, neste domingo. No vídeo (em espanhol), um balanço dos protestos. ELIANA APONTE / AP

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Diversos países e as Nações Unidas pediram que o governo cubano respeitasse o direito dos cidadãos de se expressar

Milhares de pessoas participaram no último domingo (11) de uma onda de protestos em Cuba para reclamar da falta de bens básicos, de restrições às liberdades civis e da atuação do governo no enfrentamento a um surto de infecções pela Covid-19. As manifestações foram as mais significativas das últimas décadas no país e despertaram reações internacionais. Diversos países e as Nações Unidas pediram que o governo cubano respeitasse o direito dos cidadãos de se expressar. Já as autoridades de Cuba culparam as sanções comerciais impostas pelos Estados Unidos pelos problemas econômicos que teriam motivado os protestos.

Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira fala sobre os acontecimentos singulares registrados em Cuba nos últimos dias. O editor de internacional da CNN Brasil Renan de Souza e o cientista político Maurício Santoro, do Departamento de Relações Internacionais da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), descrevem os fatores que contribuíram para a eclosão dos protestos: o processo de transição política que a ilha atravessa com a chegada ao poder do presidente Miguel Diaz-Canel e o impacto da pandemia da Covid-19 no turismo, principal setor da economia local. (Da CNN, em São Paulo)

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