‘Sistema Cantareira está mais preparado para crise hídrica’, afirma Marcos Penido

RENATO CÉSAR PEREIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Penido deu a declaração durante a cerimônia de adesão do Estado à campanha da ONU para reduzir emissões de poluentes

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Secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente de SP disse que, hoje, sistemas Alto Tietê e Billings compensam abastecimento

O secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo garantiu, na terça-feira (20), que o Estado está preparado para enfrentar a crise hídrica que afeta o centro sul e ameaça o abastecimento de energia. Marcos Penido afirmou que o sistema Cantareira foi remodelado e hoje está mais bem preparado para atender a maior parte da região metropolitana da capital. “Hoje ela atende 7,3 milhões de pessoas contra 12 milhões que era em 2014, com abastecimento via São Lourenço, com a transposição do Paraíba do Sul. Cantareira já tem toda uma outra estrutura que o Alto Tietê e a Billings compensam. ”

Penido deu a declaração durante a cerimônia de adesão do Estado à campanha da ONU para reduzir emissões de poluentes e mitigar efeitos das mudanças climáticas. Com o decreto assinado pelo governador João Doria, São Paulo vai fixar novas metas de controle e prevenção da poluição, qualidade do ar, transportes sustentáveis, segurança hídrica e saneamento ambiental.
“Sendo informado, com transparência, mensalmente e anualmente as plataformas de acompanhamento no Brasil e também no exterior. São Paulo não tem nada a esconder. Foi o único estado que conseguiu aumentar sua cobertura verde nesses dois anos e meio. Aqui não há desmatamento nem legal e, muito menos, ilegal.”

São Paulo é um dos principais polos industriais do país e, consequentemente, tem taxas elevadas de emissões de carbono. Mas, para especialistas, essa não é a maior dificuldade. O secretário de Relações Internacionais, Júlio Serson, reitera que a preocupação com o tema é fundamental para inserir o estado no panorama global de recuperação econômica. “Porque, se nós não nos preocuparmos com questões ambientais, desenvolvimento sustentável novamente, nós não conseguiremos nos inserir no panorama de recuperação econômica.”


A campanha das Nações Unidas busca o engajamento de governos, empresas, investidores, acadêmicos e lideranças da sociedade civil para zerar as emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050. (Por Jovem Pan com informações da repórter Camila Yunes)

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